03/09/2013

Artigo Revista Publish


Papel não provoca corte de matas nativas e atende ao Código Florestal
Por: Fabio Arruda Mortara

Com o advento das mídias eletrônicas e do e-book, tornou-se mais corrente a discussão sobre a pertinência e o futuro de jornais, revistas, livros e cadernos. Um dos pontos que permeia essa polêmica é a difusão de informações equivocadas e certos questionamentos quanto à questão ecológica do papel. Por essa razão, com o intuito de esclarecer a sociedade sobre o instigante assunto, os segmentos com atividades correlatas à Indústria Gráfica vêm realizando a Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa. Essa iniciativa agrega o valor da conscientização sobre o significado da preservação das matas nativas, da conservação dos recursos naturais, da produção sustentável e do respeito ao habitat.

É preciso deixar muito claro que o papel para a impressão de jornais, revistas, livros, cadernos, embalagens, talões de cheque, envelopes, cartazes, agendas, impressos comerciais, peças de marketing direto, manuais de automóveis e eletroeletrônicos ou qualquer outro produto gráfico brasileiro não vem de florestas nativas. Esse insumo, em nosso país, é 100% proveniente de matas cultivadas. Assim, nenhum cidadão deve sentir-se culpado ou ecologicamente incorreto ao ler quaisquer mídias impressas ou consumir produtos que tenham o papel como base... continuação do artigo no site da Publish

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